• Novas Regras das Bagagens de Mão.


    Os passageiros que voarem a partir de quinta-feira (2) de Maio, dos aeroportos de Confins (Belo Horizonte), Pinto Martins (Fortaleza), Guararapes (Recife) e Val-de-Cans (Belém), terão que prestar mais atenção ao tamanho da bagagem de mão. Nesses terminais, as bagagens que estiverem acima do tamanho padrão (veja as regras ao final da reportagem) terão que ser despachadas.

    A medida já estava em vigor, desde 25 de abril, nos aeroportos Juscelino Kubitschek (Brasília), Afonso Pena (Curitiba), Viracopos (Campinas/SP) e Aluízio Alves (Natal).

    Em outros sete terminais, as aéreas estão orientando os passageiros sobre as normas em vigor – mas o despacho obrigatório ainda está em vigor. Em cinco deles, os passageiros já estão sendo orientados; nos outros dois, essa orientação começa na próxima semana.

    Até 23 de maio, as bagagens de mão fora do padrão passarão a ser obrigatoriamente despachada em 15 terminais do país.

     

    Veja o cronograma de implementação da orientação e de triagem (despacho obrigatório da bagagem acima do padrão):

    Tamanho permitido das bagagens

    De acordo com a Abear, associação que reúne as aéreas brasileiras, o objetivo da medida é agilizar o fluxo dos clientes nas áreas de embarque e evitar atrasos.

    Desde o início da cobrança pelas bagagens despachadas, muitos passageiros têm optado por levar apenas malas de mão – por vezes com dimensões excessivas –, causando transtornos na hora do embarque na aeronave.

    Antes de entrar nas áreas de embarque, os passageiros terão que verificar se o tamanho e o peso das bagagens estão de acordo com os padrões definidos pelas companhias: 55 centímetros de altura, 35 centímetros de largura e 25 centímetros de profundidade, com até 10kg.

    Nos aeroportos em fase de orientação, os passageiros serão informados sobre as regras em vigor. Nos terminais em que a triagem já tiver sido implementada, as bagagens que excederem o tamanho permitido terão que ser despachadas nos balcões de check in das companhias aéreas, e estarão sujeitas a cobrança pelo serviço.

    Nas quatro companhias participantes – Latam, Gol, Azul e Avianca Brasil – o valor da bagagem despachada varia entre R$ 59 e R$ 220.

    Reclamações contra as empresas áreas podem ser feitas pelo site consumidor.gov.br

    Link da Reportagem: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/05/02/despacho-de-bagagem-de-mao-fora-do-padrao-comeca-nesta-quinta-em-mais-4-aeroportos.ghtml

    Link da Vídeo: https://globoplay.globo.com/v/7567936/

    Fonte da Reportagem: G1 e ABEAR - 02/05/2019

     




  • Sintonize sua vibração


    Quando eu decidi vir para Austrália, sabia tanto o que queria, que esqueci de me informar sobre a vida por aqui. Não perguntei nada a ninguém e lógico, fiquei totalmente perdida nas primeiras semanas. Paguei excesso de bagagem logo de cara e demorei três dias para chegar. Passei um monte de vergonha e quis voltar no primeiro dia. Pois, quer saber como foi essa chegada? Senta aí, que lá vem história.

    Ainda sonolenta, custei a entender o que os “aussies” falavam no aeroporto. Mas deu para perceber que uma voz no microfone chamava Mrs. Lemos. Fui no balcão da companhia aérea:

    “Hi, I am Fabiana Lemos. Whatis happening”? Como quem fala com um ovo na boca, a moça me disse: “Sor, yohbãgãgiis in eleAiiiii. Ruaitehiahhhyouhemail”. Entendi apenas o contexto: “Bem-vinda à Austrália, sua mala sumiu”. Sim, o pesadelo das malas extraviadas chega um dia para todos nós.

    Cheguei no apartamento, já senti um cheiro de comida forte. Olhei a pia, tinha panela de macarrão do dia anterior, latas de cerveja, cinzas de cigarro. Andei mais um pouco, vi uma perna tatuada, pendurada no sofá da sala. “É uma pessoa”? Sim, era uma menina.

    Fui tomar banho, mas lembrei que não tinha toalha. “Ah, que ótimo. Depois eu vejo isso, então. Preciso dormir”. Abri a janela, estava chovendo, olhei em volta e tudo parecia escuro. Me deitei e acredite: chorei como criança “O quê que eu estou fazendo aqui”?

    Eu precisava comprar toalha e comida. Acabei parando no único lugar aberto que achei: um restaurante mexicano. Paguei 15 dólares (quase 50 reais) por uma comida mole horrorosa. Enquanto comia, perguntei aonde ficava o supermercado. O atendente respondeu: “Woolies está há 08 minutos daqui”. “Como assim? O nome é Woolworths! (Acostumem-se: australiano corta as palavras e a gente fica perdido).

    No supermercado, eu não sabia aonde achar nada. Lembro que comprei tudo que tinha escrito “sale”. Só esqueci que não tinha mais um carro me aguardando no estacionamento: levei umas dez sacolas de comida no braço e no caminho, descobri que meu bairro era praticamente a Olinda de Brisbane: ladeira para todo lado.

    Essa é uma cena, em que eu nunca vou esquecer: eu, com todo o meu bronze, de quem usa fator 70 de protetor solar, com os braços vermelhos e as pernas tremendo, tendo crises de risos, no meio da rua. As sacolas, claro, rasgaram. E só Deus para explicar como cheguei em casa.

    As malas ainda não haviam aparecido. E eu precisava ir à aula. Fui com a roupa do dia anterior e um chinelo que estava na bolsa. Era fevereiro e tinha um sol para cada pessoa. A escola estava há 10 minutos de casa, mas eu me perdi e minha única sandália quebrou no meio da “ladeira da Misericórdia”. Cheguei atrasada, suada, descabelada e mancando. A recepcionista me recebeu: “Hi, can I help you”? Consegui falar: “água, please”.

    Como era aula inaugural, a escola preparou um delicioso “barbie” para os alunos. “Quê”? “Barbicue, churrasco”. “Ah, graças a Deus! Comida. Carne. Farofa. Aí que delícia”. Fiquei na fila: “maionese ou ketchup”? Me deram um pão com salsicha. “Não pode ser”! Eu não comia salsicha. Também não comia pão. Sentei desolada com o prato na mão.

    Voltei para casa e acreditem: a moça tatuada permanecia lá. “Não era possível”. Mandei uma mensagem para o responsável da casa: “olha só, acho que a menina está morta e eu sou a única testemunha”. “Socorro, me tirem daqui”!

    Horas depois, minha flatmate deu sinais de vida. Com um só um olho aberto ela me falou: “Olá, que bela! Du iusmoke”? Opa, temos uma estrangeira bem viva. Mas confesso que nos próximos dias, desejei que ela voltasse a dormir por toda a vida.

    Surgiu então, uma nova personagem: uma francesa baladeira. As duas não gostavam de estudar e saiam para festas todos os dias. Todos! A casa ficava uma bagunça e ninguém queria lavar os pratos. Eu, a tia da turma, em muitas vezes quis dar uma voadora nos meus únicos contatos na Austrália. Mas, aos poucos fui me adaptando e aceitando que somos todos diferentes. A italiana dormia três dias seguidos mesmo e a francesa queria me levar na balada a todo custo.

    Aceitei um convite para praia. Chegando lá: “cadê os barzinhos, os restaurantes, a água de coco e a cerveja gelada”? Enquanto eu pensava no que não tinha, a francesa ligou o som e a italiana estirou um lençol de cama na areia. Eu peguei o meu livro que havia pego na biblioteca ao lado de casa e olhei para o céu. Ali, percebi que estava mesmo na Austrália. Como é linda a simplicidade desse lugar. Respirei profundo, agradeci e me sintonizei rapidamente com aquele jeito de viver.

    A “vibe” da Austrália é isso: jogar uma toalha na areia (ou um lençol), se encher de protetor solar, tomar muito banho de mar, ouvir música de todo lugar do mundo, fazer amizade com estranhos, relaxar, se encher de paz e amor e apreciar o pôr do sol.

    Agora, sim, me sinto conectada. E quando isso acontece, tudo flui, vai por mim. Rapidamente fiz amigos de países, idades e educações diferentes; parei de enlouquecer com a conversão; aprendi a comprar o necessário, a cozinhar e a limpar a casa; encontrei um emprego pelo facebook como aupair (baby sitter) e fui morar em uma casa australiana cheia de amor.

    O primeiro mês foi mesmo diferente do que imaginei, mas eu sabia que era isso que eu precisava viver: me testar, olhar por outros ângulos, respirar e não desistir. O estranhamento faria parte do processo de mudança. E mudar dói mesmo. Incomoda. O mais importante é a gente se conhecer, saber o que quer e entender que toda escolha tem ganhos e perdas.

    Desligue-se de tudo o que já viveu no Brasil e apenas sinta. Aproveite a sua jornada e viva o seu hoje pois, de alma leve, a gente se reinventa. Quando eu entendi isso, me vi a pessoa mais feliz do mundo, simplesmente por estar aqui, sabendo lidar com serenidade às adversidades. Então é isso: sintonize a sua vibração e prepare-se para a sua incrível vida nova.




  • Start no sonho!


     

        No início sempre pensamos em um intercambio um plano que sairá de um papel para algo real, comecei a pensar em viajar para ajuda no inglês e na vida em meios a tantas batalhas e projetos. Percebi que era possível e poderia acontecer! Saí do comodismo e viver algo que  é mágico e importante na vida de qualquer pessoa.

        Procurei a agência mais confiável e com custo acessível, porque sabemos que como estudantes, talvez não tenhamos  aquela grana que queríamos, mas temos a que suamos para ganhar todo mês, então, comecei a pesquisar onde seria, falaram a Dreams e fui conhecer e saber como seria tudo desde pagamento até a ida ao país escolhido. Dando o start, a buscar por um diferencial do qual estamos constantemente buscando!

        Escolhi a Irlanda (Dublin) um lugar pequeno, acessível, onde bastante brasileiros vem estudar e trabalhar, mas meu visto é só de estudante kakaka...   Chegando aqui comecei a viver e presenciar o sonho, comecei a ver que não era apenas o que via na televisão e sim, era real! Cada prédio, cada lugar turístico, cada lugarzinho que apenas vimos em fotos ou vídeos, mas quando passa a ver o real se torna muito mais lindo acredite!Fiz passeios, conheci lugares incríveis, cada dia com muita intensidade ,festa, amigos, escola. Viajei pra dois lugares incríveis, um deles foi Amsterdam, que virou meu lugar  preferido, lindo, magico, perfeito seria a descrição ideal. Visitei vários pontos turísticos, passei os melhores dias andando e conhecendo, ganhei algumas bolhas nos pés, mas também pessoas incríveis que conheci lá ,uma se chama Fanye a outra Isadora (chilena ),usei muito o inglês kakaka....

        Saindo de la fui pra mais uma conquista, Paris, sim eu fui para cidade do amor! Contanto que sou nordestina e tenho o frio como obstáculo, fiquei com a sensação de ser um sorvete! Estava muito frio na  época de final de outono começo de inverno, visitei a Disney claro, o lugar que é o sonho de muitas pessoas e os outros pontos que o pais tem a proporcionar, que sendo honesta e lindo demais e claro ao sair eu vi a neve sim nevou e eu fiquei com sensação da Elsa do filme frozen, legal, mais imagina alguém que nunca sentiu a sensação térmica 0 e começa a -4 não e legal quando é muito tempo, mas, é algo pra contar sobre a viagem, já que eu vi a neve kakakaka....

        Voltando pra Dublin, percebi que estava acabando e tinha pouco tempo em um lugar que fiz amigos ,conheci pessoas de diferentes estados brasileiros ,ouvi e contei histórias de vida, pois aqui, cada um é autor da sua, e são lindas de verdade, porque lá é o início de algo onde muitos deixaram  o que tinham no Brasil, para ir até lá e começar do zero ,o que fala sobre ? Desistir nunca, porque cada um tem um sonho a se realizar, tem algo a viver e  essa experiência lhe faz ser algo grande, o que precisamos para o start... Apenas de uma agência confiável, com pessoas capacitadas e o lugar onde você começa a sonhar, porque o que sempre digo é que  os sonhos são grandes mais são possíveis.

        Sabe o teu sonho, ele é do tamanho que você pode conquista, só basta esperar e planejar porque todo sonho de intercâmbio tem que ser planejado e organizado, pois tudo tem um tempo e você precisa dele para saber onde e quando ir, agradecer sim, a Dreams foi  incrível, sempre apoiando e em contato comigo, se tenho algo a fala sobre eles? Foram essenciais na realização do meu sonho, obrigado por ter um nome (sonhos) que podem ser realizados, assim como o meu!

    Thanks Dreams por torna possível .  

     

    (Aluna Regina Ferreira)




  • A importância do seguro viagem!


        Viajar sem seguro é como viver no Brasil sem plano de saúde!

        Realizar um intercâmbio demanda muito planejamento. Além de pesquisar passagem, escola, acomodação e destino desejado. Estar prevenido contra acidentes, problemas de saúde e vários outros possíveis transtornos, durante o período da sua viagem, é sobretudo fundamental.Por se tratar de uma viagem ao exterior, onde se fala outro idioma, onde há outros costumes alimentares, onde geralmente o intercambista está longe de família e estar sem a cobertura dos planos de saúdes brasileiros que via de regra não são válidos no exterior.


        Para atender essa demanda latente, existe o seguro saúde/viagem, que na prática opera como um plano de saúde temporário para questões emergenciais e funciona como garantia para indenizações em diversas situações como acidentes, medicamentos, infecções alimentares, extravios/atrasos de bagagem e atraso/cancelamento de voo.


        Muitas pessoas, entretanto, acabam deixando de contratar o seguro para fazer economia, encarando como um gasto a mais. O grande problema é que, dessa forma, caso haja algum incidente em território estrangeiro, caberá ao próprio viajante a responsabilidade de custear todo o atendimento necessário como, consultas, transporte de ambulância, internações, medicamentos e etc. E esses custos são altíssimos, além de serem pagos em moeda estrangeira. Logo o que pode parecer uma economia, acaba saindo muito mais caro. Nos Estados Unidos, uma despesa médica pode chegar a 10.000 dólares facilmente, assim como na Europa, onde as despesas hospitalares são caríssimas.
       

        Para muitos casos, o seguro saúde/viagem é obrigatório ao viajante. Alguns destinos sequer permitem a entrada dos passageiros que não tiverem o seguro. É o caso da comunidade europeia que exige obrigatoriamente um seguro com cobertura mínima de 30.000 euros para garantir assistência médica em caso de doença ou acidente, é o que estabelece o Tratado de Schengen.
       

        Os serviços das seguradoras são bem amplos geralmente e podem se acessados, 24 horas por dia em português, via telefone, Whats App, Aplicativos e Chat. Os atendimentos, na sua maioria, podem direcionar o intercambista para o centro hospitalar especializado mais próximo da sua localização assim como também dependendo da gravidade, pode providenciar um atendimento a domicílio. Algumas prestadoras vão além, disponibilizando a prestação de um serviço de concierge, orientando os viajantes como resolverem problemas simples, desde onde como comprar um ticket de um musical da Broadway até alugar um carro em Paris.




  • Vai buscar um lugar


    Vai buscar um lugar

     
    Você já parou para pensar como seria se tudo o quê você sempre sonhou se tornasse real?
     
    Bem, vou te contar uma história...
     
    Há exatamente um ano atrás, eu vivia um momento de muitas dúvidas e indecisões.
     
    De repente, tudo o que sempre esteve no lugar, começou a perder o sentido. Eu queria mudar, viajar, trocar, mexer. Eu, definitivamente, não pertencia mais a meu mundo real. Queria uma nova vida. Queria errar e aprender em outros lugares. Queria me conhecer e conhecer outras pessoas. Queria me desafiar.
     
    Mas, eu tinha medo.
     
    Eu me perguntava como os meus pais ficariam sem mim; quem ocuparia minha vaga na empresa; quem acompanharia meu assistente; o quê eu faria com meu dinheiro; como eu pagaria as contas. Como, como, como...
     
    Eu realmente, tinha medo.
     
    Me sentia um passarinho querendo voar. Lembro de fechar os olhos e ouvir uma voz dizendo: "calma! Seu carro está quitado. O plano de saúde, pago. O aluguel resolvido. Sua família ficará feliz e confortável e, as tuas passagens, compradas. Vai! Terás um emprego te esperando na volta. Tua mãe ganhou a pílula da eternidade, teu pai terá uma saúde perfeita e teu irmão ficará em paz. Vai!"
     
    Foi então, que me enchi de coragem e sem avisar a ninguém, fui na Dreams e escolhi estudar em uma uma cidade que eu nem sabia que existia, em um país que eu sabia apenas, o nome da capital.
     
    Cheguei em casa pulando igual canguru.
     
    Era o meu momento. Sai do emprego, deixei minha família, meus amigos, namorado e me permiti ser uma intercambista aos 32 anos.
    ...
     
    Eis que estou vivendo exatamente o quê desejei, no lugar mais longe que poderia estar: Brisbane, Austrália.
     
    Todos sobreviveram; o dinheiro está guardado; as contas estão em dia o 
    meu grande medo de ficar sozinha, foi superado.
     
    Descobri que Sydney não é a capital desse lugar; que não têm cangurus pulando no meio da rua; que ser vulnerável é importante pra nos conhecermos e que quando a gente se permite, as coisas acontecem.  
     
    E como acontecem!
     
    Hoje eu trabalho como Life Coach; sou diretora da Dreams Austrália; escrevo; faço palestras e renovei o visto para estudar gerenciamento e liderança.
     
    Troquei o escritório pelo parque; o carro pela bicicleta, o salto pelo tênis, o blazer pelo moletom e descobri que dinheiro e status não deveriam exercer tanta importância em nossas vidas.
     
    Entre um trabalho e outro, eu medito, aprecio o pôr do sol, tomo café e descubro novas paisagens todo santo dia. Hoje, eu respiro, tenho calma, ouço meu coração. Hoje, eu faço tudo sozinha, mas converso com estranhos e até com os animais. Hoje, eu danço na rua e rio de mim mesma. Hoje, eu lavo banheiro, pia e até carro se for preciso. Hoje, eu sou somente, eu. Sem capa, sem armadura, sem maquigem. E foi só quando busquei o meu lugar, que finamente, me senti dona de mim.
     
    Eu me transformei e tenho descoberto tanta coisa com essa experiência, que irei compartilhar com vocês a partir de agora. Acompanha meu diário de bordo no blog da Dreams e me segue nas redes sociais @fabilemos. 
     
    See you.
    Fabi.



  • Avianca Brasil entra com pedido de recuperação judicial


    A companhia aérea Avianca Brasil entrou na segunda-feira (10) com pedido de recuperação judicial. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

    O processo segue em segredo de justiça.

     
    Avião da companhia aérea Avianca pousa no Aeroporto Internacional de São Paulo - Cumbica (GRU), em Guarulhos  — Foto: Celso Tavares/G1

    Avião da companhia aérea Avianca pousa no Aeroporto Internacional de São Paulo - Cumbica (GRU), em Guarulhos — Foto: Celso Tavares/G1

    No pedido de recuperação judicial, de acordo com a agência Reuters, a companhia aérea informou que as operações estão ameaçadas por uma potencial retomada de aeronaves por credores.

    A companhia aérea, controlada pela holding Synergy, disse que a retomada de aviões ameaça a viagem de cerca de 77 mil passageiros em dezembro.

    Procurada, a empresa ainda não se manifestou.

    Na semana passada, a Avianca Brasil foi acionada judicialmente pelo não pagamento do arrendamento de aeronaves. Em um processo movido pela Constitution Aircraft, a empresa foi acusada de deixar de pagar parcelas do arrendamento de 11 aeronaves. Na decisão, a justiça proibiu a companhia de levantar voo com as areonaves e determinou busca e apreensão dos aviões.

    À época, a companhia informou que "negociações fazem parte da rotina de qualquer empresa para otimização de resultados" e rejeitou qualquer possibilidade de entrar com o pedido de recuperação judicial.

    A Avianca tem acumulado diversos problemas financeiros. No segundo trimestre deste ano, a companhia aérea reportou prejuízo de R$ 144,6 milhões.

    A empresa opera voos regulares desde 2002 e, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), tem a quarta maior fatia do mercado. Entre janeiro e outubro, a transportou 10,265 milhões de passageiros, o equivalente a 10,6% do total.




  • Chama as Amigas!


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    VÁ FAZENDO A SUA MALA/ QUE O INTERCÂMBIO TÁ NA MÃO/

     

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    FAZ A MALA/ MALA/ MALA/ MALA/ MALA/

     

     




  • Saiba mais sobre a experiência de Host Family


    Você já decidiu que vai fazer um intercâmbio, e já têm o destino ideal. Agora sua dúvida é: “qual tipo de acomodação eu devo  escolher?”, certo?

     

    Keep calm, baby! A gente vai ajudar você a tomar essa decisão mais assertiva.

     

    Muitos intercambistas optam por casa de família, por dois motivos: 1) ser a opção mais econômica e 2) fornece a chance de viver a cultura local mais de perto.

     

    Ambos os motivos são válidos, porém a gente alerta que o programa de home stay é um serviço como qualquer outro, e do mesmo jeito que você paga por ele, a família também recebe.

     

    Ou seja, você irá ser bem acomodado, mas não é via de regra que os membros da família estarão ao seu dispor 24h por dia, e que no fim do dia estarão esperando você contar como foi seu dia. É claro que na maioria das vezes as família gostam bastante de conversar e saber como ta sendo a experiência do intercambista, porém você tem que ter em mente que o oposto também pode acontecer.

    Outra coisa é que como qualquer outra casa, existem regras, que podem ser “a regra é não existir regras” rs, como por exemplo, “O horário de pôr o lixo pra fora deve ser respeitado ou você deve estar em casa antes das dez”.

     

    Esperamos que você tenha sanado suas dúvidas, mas não se preocupa, se ainda tiver alguma é só clicar aqui >>> (www.dreamsintercambios.com.br/contato)  e mandar sua dúvida para nossos consultores.




  • Passo a passo para fazer intercâmbio na Irlanda


    E ai Pessoal, Tudo bem?

    Criamos este material bem resumido pra lhe ajudar a dar os primeiros passos no seu intercâmbio para Irlanda.

    Sabia que atualmente, a Irlanda é um dos únicos países na Europa que dá a permissão para o brasileiro estudar inglês e ao mesmo tempo trabalhar? O programa são 6 meses de estudo, no qual o intercambista tem a permissão de trabalhar 20 horas por semana. E 2 meses de férias onde terá a permissão de trabalhar até 40 horas semanais dependendo do mês que será gozado as férias.

     

    Mas a pergunta é como tirar esse visto?

    Já começando a responder, todo o processo dessa modalidade de visto de estudo na Irlanda é feito no próprio país. Então vamos ao passo a passo que é o principal motivo de estarmos escrevendo nesse blog. Para você que está indo a Irlanda, mais precisamente a Dublin, por mais de três meses é importante saber que a organização da sua situação como estudante no país começa antes de você embarcar. Isso mesmo! Você já deve estar ciente da necessidade do GNIB (Garda National Immigration Bureau) Card, que recentemente mudou de nome para IRP(Irish Residence Permit), que nada mais é do que uma espécie de carteirinha de identidade na Irlanda e é obrigatória para alunos que não são europeus e querem fazer o programa de estudo e trabalho. É por meio dela que você comprova a sua situação de legalidade no país. O cartão você recebe apenas no país mediante a

    entrevista e apresentação de documentos que falaremos adiante, mas vamos à primeira

    pergunta:

     

    • Por que a regularização da minha situação começa antes da minha chegada?

     

     

    Para você realizar a entrevista na Garda (Escritório de Imigração Irlandês em Dublin), onde

    você dará entrada na obtenção da carteira de identidade (IRP), é necessário que você mesmo

    faça um agendamento no site do escritório de imigração da cidade clicando aqui. Neste site

    você pode realizar, acompanhar ou cancelar um agendamento para a entrevista. Indicamos que

    você faça esse agendamento ainda no Brasil para poder se precaver de qualquer lotação

    em épocas de alta temporada. Apesar de nenhum aluno se prejudicar com uma entrevista

    mais tardia, sempre é bom fazermos isso o quanto antes para que o aluno já possa programar

    seu roteiro nos primeiros momentos no país. Após o agendamento, você deve imprimir ou

    salvar em pdf o e-mail de confirmação enviado pelo escritório de imigração, pois será

    necessário na hora da entrevista. Para quem não está indo para Dublin não há agendamento,

    basta comparecer ao escritório de imigração local com os documentos para realizar a

    entrevista. Mas voltemos a Dublin.

    O passo seguinte é :

     

    A organização da sua comprovação financeira para aprovação do visto

     

    De acordo com as leis de imigração da Irlanda o estudante precisa comprovar 3.000 euros em alguma conta. Essa comprovação pode ser feita de três maneiras:

    1. Apresentação de extrato em conta corrente, conta aplicação ou conta investimento

    equivalente com assinatura e carimbo do gerente do banco. Alguns bancos ainda

    fornecem o extrato em euro de acordo com a cotação do dia disponibilizada pelo

    BACEN (Banco Central);

     

    1. Apresentação de extrato no cartão VTM;

     

    1. Apresentação de extrato com valor em conta corrente de um banco irlandês.

     

    Com a entrevista marcada e o extrato financeiro organizado, a próxima etapa é o recolher todas as documentações necessárias para apresentar na Garda.

     

    São eles: Carta de aceite da escola provando o curso de 6 meses;

    Seguro governamental;

    Extrato bancário de 3000 euros.

     

    Agora com o agendamento feito, comprovação financeira, comprovação de vínculo com a

    escola e seguro-saúde governamental, você está pronto para comparecer a sua entrevista.

     

    A sua carteira de identidade (GNIB) terá um custo de 300 euros que pode ser pago na hora

    através de cartão de crédito, débito ou VTM. Caso prefira pagar em dinheiro, será emitido um boleto para ser pago em banco e isso pode atrasar um pouco a emissão da sua carteira, por isso indicamos que você faça o pagamento em cartão na hora da entrevista. Após a análise de todos os documentos apresentados, e o conseqüente pagamento do valor de 300 euros, você será convidado pelo oficial de imigração a tirar uma foto (que constará no seu GNIB Card) além da retirada de suas impressões digitais. Tudo é feito no mesmo dia e de forma bastante rápida ao depender do número de solicitantes de visto que você encontrar no dia de sua entrevista. Estando tudo certo, o oficial de imigração verifica o número do seu cartão GNIB,

    anota esse número no seu passaporte, juntamente com o carimbo do visto, e lhe entrega sua

    carteira do imigrante (GNIB Card). Esse procedimento entre apresentar os documentos, tirar a

    foto, colher as impressões digitais, até a obtenção do cartão propriamente dito pode demorar algumas horas, portanto, vá preparado para um dia longo e de espera.

     

    Depois disso, você pode desfrutar de seu curso e de sua viagem ao máximo e sempre lembrando que quando sair do país sempre se deve levar o passaporte e o GNIB Card como forma de facilitar a sua “re-entrada” no país.

     




  • Como escolher o intercâmbio ideal


    Há alguns anos fazer um intercâmbio poderia parecer uma realidade bem distante na vida de muitas pessoas, mas, hoje, uma boa programação juntamente com a escolha do local mais adequado para o perfil do aluno, pode fazer com que esse sonho que habita a mente de muitas pessoas possa se tornar real muito mais facilmente.

    Uma das perguntas mais frequentes na hora de começar a se programar é: como escolher o destino ideal? Na verdade, essa pergunta certamente não tem uma resposta correta, porque o local ideal vai depender de uma série de fatores a serem levados em consideração: custo de vida, distância, clima, tamanho da cidade, número de brasileiros, duração do programa.

    O que você quer priorizar? Qual é o seu objetivo ao fim da viagem? Quanto possui para fazer o investimento? Quanto tempo gostaria de passar? Essas sim, são as questões que devem ser levantadas, e portanto é bem recomendado e interessante a contratação de uma agência confiável e experiente que possa orientar melhor o intercambista e ajudá-lo a identificar a melhor opção.

     

    Fizemos três perguntas chaves a uma intercambista, Marina de Holanda, que fez um programa de 4 semanas em Toronto, Canadá:

     

    Dreams Intercâmbios - O que você mais levou em consideração na hora escolher o local para o seu intercâmbio?

     

    Marina de Holanda - Qualidade de vida, custo da moeda e receptividade das pessoas (pois era meu primeiro intercâmbio), e a diversidade cultural.

     

    DI - O clima do local influenciou sua decisão?

     

    MH - No início fiquei um pouco receosa porque vivo em um país muito quente, mas os outros fatores do local falaram mais alto e no fim acabou sendo uma experiência nova.

     

    DI - E o custo local?

     

    MH - Esse possivelmente foi o fator que mais pesou, porque dentro dos países que eu tinha em mente, o Canadá possuía o melhor custo x benefício.

     

    Tem vontade de fazer um intercâmbio, mas precisa de ajuda para escolher o destino, entra em contato com a  gente aqui ( http://bit.ly/SonheViajeRealize)

     




  • 5 Mitos sobre Nova York


     

    Nova York é uma cidade cheia de histórias, mas muitas delas são puro mito. Vamos descobrir mais sobre eles?

     

    Quem pensa em Nova York logo imagina uma cidade daquelas bem grandes. Cosmopolita, cheia de prédios, pessoas apressadas e um trânsito caótico, não é? Pois saiba que a Big Apple tem tudo isso, sim e muito mais.

     

    Nova York é praticamente a capital do mundo, recebendo turistas e imigrantes de toda parte do mundo. Esse caldeirão de culturas tão diferentes faz da cidade um lugar onde todo mundo é bem-vindo. Ela caiu no imaginário popular e isso acabou criando alguns mitos sobre a cidade.

     

    Vamos saber um pouco mais sobre esses mitos?

     

    1. Nova York é só Manhattan

     

    Nem é só Manhattan, nem tampouco é só compras. A cidade é formada por 5 distritos: Manhattan, Bronx, Queens, Broklyn e Staten Island, todos cheios de atrações. Há museus, gastronomia, parques e vários programas para sair da rotina ‘turista’ usando o transporte público.

     

    1. Só se come fast food em NY

     

    Claro que não. Aliás, só em Nova York você encontrar esse mix enorme de culturas e restaurantes que possuem incríveis pratos, da mais alta gastronomia aos lanches rápidos. Nova York é uma cidade cheia de delícias, que vão além do fast food.

     

    1. As pessoas de Nova York são rudes.

     

    Puff! Essa é a cidade que nunca dorme. Por isso, as pessoas estão sempre muito ligadas às outras e sempre querendo fazer novas amizades.  Em Nova York você consegue fazer amizade com pessoas de qualquer lugar do mundo!

     

    1. As pessoas não andam de bicicleta em NY.

     

    Apesar o sistema metroviário ser ótimo e o táxi barato, o Central Park está lá para provar que os exercícios físicos fazem parte da rotina dos nova iorquinos. A bicicleta é um dos meios mais utilizados pelos conterrâneos para ir ao trabalho.

     

    1. Nova York é cara.

     

    Não é bem assim. Apesar de ter um dos metros quadrados mais caros do mundo, abrigar lojas de grife e hotéis luxuosos, é possível ir para a cidade e gastar pouco. Nova York possui uma grande riqueza de opções para você fazer, com vááários programas de lazer baratinhos. ;)

     

    Isso foi um pouco do que é a verdadeira Nova York. O resto você vai ter que ir até lá com a Dreams e descobrir por si só. Combinado?




  • 4 lições de vida que você pode aprender em um intercâmbio


    Muitos estudantes sonham em fazer um intercâmbio, seja para cursar o ensino médio em uma escola estrangeira ou fazer um curso de graduação. Afinal, estudar fora pode ser um momento inesquecível: trata-se de uma oportunidade para lidar com culturas diferentes e para absorver outros costumes vivenciando novos ambientes. Mais do que isso, a experiência de viajar sozinho pode trazer vários ensinamentos sobre a vida que não costumam ser aprendidos na sala de aula.

    Pensando nisso, a seguir separamos quatro lições de vida que um intercâmbio pode ensinar. Confira abaixo:

    1 – Você deve fazer suas próprias escolhas
    Ao viajar sozinho para fazer um intercâmbio, você poderá experimentar uma maior sensação de liberdade. Esse será o momento para fazer as próprias escolhas e tomar decisões diariamente, seja escolhendo o lugar em que vai comer ou as atividades que vai realizar depois das aulas. Durante esse tempo fora, você pode começar a criar uma noção de prioridade, controlando os seus próprios gastos.

    2 – Você vai ser desafiado constantemente
    O intercâmbio pode ser considerado uma das melhores formas de sair da zona de conforto: você irá desafiar novas situações, tais como ter lidar com uma língua diferente, vivenciar uma nova cultura e lidar com muitas diferenças. O fato de estar sozinho em outro país já pode ser um período de amadurecimento.

    3 – Você deve ser mais flexível
    Uma das características mais necessárias para ter sucesso num intercâmbio é a flexibilidade. Ao estudar em outro país, muitas vezes você terá que se adaptar a novas situações lidando com novas pessoas e com uma cultura diferente da sua. Isso pode ser uma ótima oportunidade para amadurecer, além de prepará-lo para o futuro profissional, tendo em vista que muitas empresas costumam valorizar as pessoas com um perfil mais flexível.

    4 – Você deve ser paciente
    Viajar para fora do país é uma experiência que costuma exigir paciência da parte do estudante. Você pode ficar hospedado em uma casa de família, tendo que lidar com hábitos e horários diferentes ao que estava acostumado ou dividir uma acomodação com outros alunos, por exemplo. Durante esse período será fundamental ter mais tolerância para conseguir se adaptar ao novo ambiente. Muitas vezes, ter que lidar com um idioma diferente e com outro tipo de alimentação também pode ser um pouco mais difícil e, nesse momento, você precisará manter a calma para não se desesperar.

    Fonte: UOL